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Do Ho Suh
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Artista sul-coreano, conheça:
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Fonte da imagem: https://www.thisiscolossal.com/2025/04/do-ho-suh-walk-the-house/
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Fonte da imagem: https://www.thisiscolossal.com/2025/04/do-ho-suh-walk-the-house/
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Ainda estamos em recesso, mas não poderíamos deixar de aparecer para te enviar mais uma edição da Mangwanbu. Abrimos a edição com algumas imagens do artista sul-coreano Do Ho Suh, que é conhecido por usar tecidos diáfanos para criar instalações imersivas e monumentais.
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Nos próximos parágrafos você irá encontrar uma resenha do K-drama “O Preço da Confissão” (자백의 대가) escrita por Yasmim Kettermann Coutinho, integrante da nossa temporada de 2025.
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Quando enviarmos a próxima edição, já teremos um novo grupo de integrantes e estaremos prontas para mais um ano recheado de atividades (e leituras!).
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Fiquem bem e se hidratem!
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“O Preço da Confissão”:
qual o preço da sua moral e da sua ética?
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por Yasmim Kettermann Coutinho
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Um crime, duas mulheres misteriosas, um pacto e uma rede de mentiras. “O Preço da Confissão” (자백의 대가), estrelado pelas excepcionais Jeon Do-yeon e Kim Go-eun, é um thriller psicológico que mantém as engrenagens do cérebro do telespectador funcionando desde o início. Nos primeiros minutos do drama, acompanhamos o flashback de um casamento e logo depois nos deparamos com a cena atual de um assassinato. Ahn Yun-su (Jeon Do-yeon) encontra o marido assassinado e é a principal suspeita da polícia, que, mesmo sem provas suficientes, a prende. Já na cadeia, Yun-su, de maneira inusitada, conhece a enigmática Mo Eun (Kim Go-eun), que faz uma proposta a ela: Mo Eun assumirá a culpa pelo homicídio do marido de Yun-su se ela lhe fizer um favor quando estiver livre.
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Dirigido por Lee Jung-Hyo, “O Preço da Confissão” faz um bom trabalho no que tange ao seu objetivo: levantar questionamentos sobre moral, ética e poder. Ao mesmo tempo que explora temas mais escuros do cérebro humano, como vingança e culpa, o drama também mergulha em questões relacionadas ao sistema penal sul-coreano: Yun-su foi presa sem ter chance de uma investigação e sem ter provas contra ela, agora, diante do escrutínio público, ela luta não só pela sua inocência e liberdade, mas também contra um sistema que não faz a mínima questão de ajudá-la. Mesmo que algumas ações de Yun-su façam o telespectador questionar sua moralidade, é impossível não sentir revolta com a sua condenação.
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Mo Eun, a “bruxa psicopata”, entra em cena para fazer um pacto com Yun-su na prisão. Mo Eun é uma personagem que não fala muito, mas somente sua presença basta para passar uma forte impressão. Ela é intensa e carrega muitas cicatrizes de um passado que levou embora tudo o que ela mais amava. Mo Eun e os personagens de sua história são responsáveis por fazer o telespectador questionar quem é o verdadeiro psicopata: é Mo Eun? Ou são aqueles que a levaram a esse destino?
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Embora a atmosfera do drama seja densa e o ritmo da narrativa seja lento, o jogo psicológico, a procura pelas respostas que tanto queremos saber e, principalmente, as atuações grandiosas de Jeon Do-yeon e Kim Go-eun são suficientes para prender a atenção do telespectador. Outro personagem principal é o promotor Baek Dong-hun interpretado por Park Hae-soo, que também entrega um ótimo desempenho no papel – ainda que as grandes estrelas sejam, sem dúvida, as duas protagonistas.
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O drama ser completamente centrado na história de duas mulheres e na relação que se envolve entre elas é um grande ponto positivo. E é claro que as atuações das protagonistas se mantiveram impecáveis durante todos os episódios. Quanto ao roteiro, ele consegue segurar muito bem o mistério e o emaranhado de questionamentos, dando respostas ao mesmo tempo que fornece mais perguntas, ou seja, o jogo mental com o telespectador é realizado até o fim. Mas o roteiro também tem seus deslizes e nem o seu grande elenco consegue apagar, como o motivo por trás do assassinato do marido de Yun-su e o verdadeiro assassino – são quase anticlimáticos e são coisas que poderiam ser resolvidas com um melhor desenvolvimento de personagem.
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Entretanto, apesar do fim um pouco decepcionante, “O Preço da Confissão” é um dos melhores dramas de thriller de 2025, grande mérito de Jeon Do-yeon e Kim Go-eun, e com a sua atmosfera intensa e seu jogo psicológico cumpre consideravelmente bem o seu objetivo ao questionar: qual o preço da sua moral e da sua ética?
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- Clara não está assistindo nada no momento. Mas indica um dos primeiros dramas que ela assistiu: Coffee Prince [O príncipe do Café]. Drama de 2007, com Yoon Eun-hye, Gong Yoo e Sun-Kyun Lee. A paixão foi imediata, tanto pelos atores, quanto pela temática - a Clara jovem já quis ter uma cafeteria.
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- Vitória está assistindo Idol I e gostando muito, principalmente porque escancara vários comportamentos de fãs que não deveriam ser encorajados.
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Obrigada por nos acompanhar!
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Nos encontramos no próximo mês.
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