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Lee Seungyoun
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Artista sul-coreana, conheça:
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Fonte da imagem: https://aca-project.fr/focus-lee-seungyoun-artist
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Parte da exposição "Five Footprints Forest" com a obra "Rhapsody of the forest, Heart of the forest and Dance in the forest" da artista Lee Seungyeon no Museu de Arte Infantil do National Museum of Modern and Contemporary Art. Acesse no link: https://dearmyforest.com
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Fonte da imagem: https://www.behance.net/gallery/215455385/-Golden-mold-forest/modules/1226417695#
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Fonte da imagem: https://www.behance.net/gallery/187151645/_
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Nesta edição, abrimos com imagens da artista plástica Lee Seungyoun, que está no Brasil com a exposição "A Floresta Invisível" no Complexo Cultural Oswald de Andrade, em São Paulo, e, ao mesmo tempo, lançando o seu livro “Floresta do mofo dourado” pela editora AMELÌ. O evento de lançamento do livro ocorreu na AIGO Livros no último sábado, dia 15/11. Se vocês foram, contem como foi!
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Em dezembro teremos dois eventos muito importantes (e que marcam o encerramento do ano de atividades na Curadoria de Estudos Coreanos):
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- Ciclo de Formação da Curadoria
- Abertura da seleção de novos integrantes
O Ciclo será síncrono e realizado no Google Meet. Esta edição é aberta ao público geral, mas não haverá emissão de certificado de ouvinte, pois é uma atividade fixa para os integrantes da Curadoria. Serão quatro noites de palestras, de 08 a 11/12, sempre das 19h às 21h. Se organizem e venham participar com a gente!
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Logo após o encerramento do Ciclo, abriremos o formulário de inscrição para a seleção de integrantes da Curadoria para as atividades de 2026. Fiquem de olho porque vamos liberar o Edital com todas as informações pertinentes em breve.
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Por fim, na semana passada, a nossa curadora Clara Moraes ministrou uma aula sobre Soft Power e Diplomacia Cultural da Coreia do Sul. Por isso, decidimos que o texto desta edição seria exatamente sobre este tema. Esperamos que vocês aproveitem!
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~poder su-a-ve~ e diplomacia cultural:
o caso da Coreia do Sul
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por Maria Clara Moraes e Vitória Ferreira Doretto
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Há alguns conceitos importantes a serem trabalhados antes de entrarmos no cerne deste texto, mas seremos breves para não nos perdermos no meio do caminho.
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“Poder”, segundo o Glossário de Relações Internacionais da Revista Relações Exteriores (2025a), é muito utilizado entre os atores internacionais e possui diversas conceituações, mas neste texto utilizaremos a de Weber, que diz que “poder é a possibilidade de impor a própria vontade ao comportamento alheio”. Essa imposição pode ser agressiva, coercitiva, por meio da força, ou sugestiva, persuasiva, atrativa.
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Já a “cultura” é um conceito que pode variar de acordo com o campo de estudo, podendo ser entendida como um “conjunto dos valores intelectuais e morais, das tradições e costumes de um povo, nação, lugar ou período específico” (Aulete Digital, 2025); cultura é uma coisa que se transmite (e se há cultura, há técnica).
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A importância de refletir sobre os conceitos de “poder” e de “cultura” se dá, neste caso, para entender melhor os conceitos de Diplomacia Cultural e Soft Power, uma vez que o Estado utiliza a cultura para conseguir seus objetivos frente a outros países, ou seja, exerce poder por meio da cultura.
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Podemos entender a diplomacia cultural como um exercício de implementação da cultura de um determinado Estado para atingir seus objetivos através de ações de difusão de seus objetos culturais (Mark, 2009). Ainda segundo o Glossário da Revista Relações Exteriores (2025c), a diplomacia cultural se caracteriza por um instrumento importante para o soft power, pois está intrinsecamente relacionada à construção de uma imagem internacional, moldada por significados, representações e identidades, uma interação simbólica recheada de intersubjetividade. É um instrumento de aproximação que utiliza a cultura como mecanismo simbólico de poder.
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E, por fim, o soft power (ou “poder suave”) se caracteriza pela capacidade de um país de influenciar as decisões de outro país de acordo com suas expectativas, fazendo com que esse outro país contribua de forma voluntária para o alcance de objetivos pré-definidos. Em resumo, é uma forma de persuadir sem fazer uso da coação ou repressão pela força, é uma forma de promoção de dominação ideológica que exporta valores, princípios e modelos. De acordo com Joseph Nye (2005, tradução nossa),
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Um país pode obter os resultados que deseja na política mundial porque outros países — admirando seus valores, emulando seu exemplo, aspirando ao seu nível de prosperidade e abertura — querem segui-lo. (...) Esse poder brando — fazer com que outros desejem os resultados que você deseja — coopta as pessoas em vez de coagí-las.
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Esses conceitos nos auxiliam a pensar como a Coreia do Sul utilizou estratégias para aumentar o seu reconhecimento nas suas relações com outros países e para desenvolver a sua “coreanidade” para o mundo, uma vez que
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O Estado sul-coreano tem sido reconhecido pela eficácia de atuação de sua diplomacia cultural e soft power através de seus produtos culturais que traduzem valores universais ou são compartilhados de forma ampla pela comunidade que chamaremos internacional, pois é globalizada, isto é, fruto de uma rede que produz fluxo, trânsito, dinâmica fluida entre certas regiões e localidades (Salgado; Doretto, 2022, p. 97).
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No século XX, a Coreia do Sul passou por diversas disputas territoriais, guerras e por diversos governos ditatoriais que resultaram em um país visto como subdesenvolvido, pobre, sem expressão, cujo foco do investimento estatal era a indústria pesada e exportações com crescimento econômico, militar e tecnológico.
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Mas no final dos anos 1980 e durante os anos 1990, o Estado começou a estruturar novas relações baseadas em uma expansão das políticas culturais, reestruturando todo um imaginário nacional (Mazur, 2021). Essa mudança de investimento estatal ocorreu como uma maneira de mitigar os efeitos da Crise Asiática de 1997, culminando na estruturação do projeto estatal de caráter transnacional denominado Hallyu (한류*). A reestruturação combinou planejamento e investimento estatal em parceria com conglomerados privados. A partir daí, o governo passa a investir estrategicamente na cultura como eixo econômico e diplomático (Mazur, 2018), utilizando indústrias culturais e criativas (capital privado) para a implementação dos planejamentos.
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Desde a implementação das primeiras políticas culturais pelo governo de Kim Dae-jung (1998-2003), a Hallyu vem sendo desenvolvida em fases que caracterizam estratégias específicas de cada momento temporal. Todo o investimento governamental tem como propósito tornar a Coreia do Sul atrativa para os mais diversos atores e desenvolver uma identidade sul-coreana (Mazur, 2018). Existe, portanto, a utilização do soft power por meio da diplomacia cultural para reafirmação e construção de um nacionalismo cultural.
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Com o passar do tempo, a Hallyu se complexificou e agregou diversos produtos, que se encaixam no que hoje é denominado K-content. Abaixo, trazemos uma tabela que resume as fases da Hallyu e algumas de suas características.
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Tabela 1 - Fases da Hallyu (1997-2025)
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Contexto político e econômico
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Fase 1 – Hallyu Inicial / “First Wave” (1997–2002)
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Pós-crise financeira asiática (1997); governo Kim Dae-jung implementa políticas culturais como motor de recuperação econômica.
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- Início da exportação de produtos culturais (séries, música, filmes);
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- Formação de infraestrutura estatal (leis, fundos, ministérios);
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- Foco em mercados asiáticos próximos (China, Japão, Sudeste Asiático);
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Fase 2 – Expansão Regional / “Second Wave”
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Consolidação democrática; governos Roh Moo-hyun e início de Lee Myung-bak; aumento de investimento público no audiovisual.
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- Expansão da Hallyu para fora da Ásia (Oriente Médio, América Latina).
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- Profissionalização das empresas de entretenimento (SM, YG, JYP);
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- Primeiros fandoms internacionais organizados.
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Fase 3 – Globalização Digital / “Hallyu 2.0” (2010–2015)
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Governo Lee Myung-bak e Park Geun-hye; avanço das TICs e das redes sociais; Estado reconhece a cultura pop como ativo diplomático.
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- Disseminação global via YouTube e redes sociais;
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- Fãs internacionais passam a atuar como coprodutores (legendas, fanbases);
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- O termo Hallyu 2.0 é criado para descrever a onda digital.
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Fase 4 – Consolidação Global / “Hallyu 3.0” (2016–2019)
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políticas de soft power diplomacy intensificadas; cultura como instrumento de projeção nacional.
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- Hallyu torna-se política de Estado estruturada;
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- Cooperação entre diplomacia e entretenimento;
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- Expansão para streaming (Netflix) e festivais internacionais;
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- Produções com estética universal e crítica social.
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Fase 5 – Diversificação e Institucionalização / “Hallyu 4.0” (2020–presente)
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Pós-pandemia; digitalização total da cultura; governo Yoon Suk-yeol continua políticas de creative economy e K-content diplomacy. Lee Jae Myung afirma que o governo “fará sua parte para fortalecer as raízes” (Kim, 2025) da indústria cultural.
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- Expansão intersetorial: games, webtoons, culinária, moda, turismo cultural;
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- Cultura digital imersiva: metaverso, IA, e-sports;
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- Cultura como diplomacia pública permanente e instrumento de identidade global;
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- Cooperação entre Órgãos Estatais e empresas privadas.
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Os produtos culturais que são fruto da indústria cultural sul-coreana foram agregados com o passar dos anos e hoje são rotulados, justamente como produtos culturais, sempre com a designação “K”: K-drama, K-pop, K-food, K-education… e vão sendo atrelados à construção da identidade nacional, do que é “ser sul-coreano”.
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É interessante observar que diversas agências governamentais foram criadas ao longo das décadas e têm sido mobilizadas tanto internamente quanto externamente para o desenvolvimento, expansão e consolidação da Hallyu. Podemos elencar algumas agências bem conhecidas:
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Korea Creative Content Agency (KOCCA), que trabalha principalmente intermediando as relações de desenvolvimento, apoio e exportação de conteúdos culturais. Hoje, a KOCCA tem escritórios em mais de 10 países, que ajudam as diversas formas de K-content a aumentar o seu valor no exterior (Kocca, 2023);
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Ministry of Culture, Sports and Tourism (MCST), que tem papel primordial na gestão e no planejamento da Hallyu e também desenvolve materiais de divulgação e propaganda de K-content;
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KOCIS Center, que faz parte do MCST e produz e divulga a revista “Korea Magazine” em inglês, que tem um papel importante na divulgação da cultura sul-coreana ao redor do mundo;
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King Sejong Institute Foundation, que é um instituto voltado para a promoção da língua e da cultura coreana. O Instituto possui um trabalho híbrido, presencial (com 234 institutos em 82 países, incluindo cinco centros no Brasil) e on-line, com aulas do idioma coreano e sobre características culturais. As atividades on-line são gratuitas e estão disponíveis em diversos idiomas.
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O uso efetivo do soft power trouxe muitos pontos positivos para o país, principalmente ao conseguir transformar a maneira como o mundo o enxergava e ao estabilizar, também, seu rápido desenvolvimento econômico.
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Contudo, essa construção não funciona apenas como um mecanismo de projeção nacional, há uma disputa do que significa “ser coreano” no século XXI, marcada pelas reinterpretações internas e externas, o que gera tensões que precisam ser levadas em consideração ao se pensar o assunto. Outro ponto importante é pensar em como o soft power entra na disputa por dominação cultural simbólica. Estas são algumas das questões que precisam ser analisadas ao abordar o soft power de maneira geral, mas, especificamente, no caso desse texto, no contexto da Coreia do Sul.
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MARK, Simon. A Greater Role for Cultural Diplomacy. Discussion Papers in Diplomacy, 2009.
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MAZUR, Daniela. Um mergulho na onda coreana, nostalgia e cultura pop na série de K-dramas “Reply”. Dissertação (Mestrado em Comunicação) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2018. Disponível em: https://app.uff.br/riuff/handle/1/21493.
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NYE JR., Joseph S. Soft power: the means to success in world politics. Nova York: Public Affairs, 2005.
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SALGADO, Luciana Salazar; DORETTO, Vitoria Ferreira. K-Lit e espaço literário internacional: a circulação da literatura sul-coreana através do Literature Translation Institute of Korea e da Korean Literature Now. VINCO - Revista de Estudos da Edição, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, 2022. Disponível em: https://periodicos.cefetmg.br/index.php/VINCO/article/view/1077.
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Neste mês, Yasmim Kettermann Coutinho, graduada em Relações Internacionais pela UFSM e integrante da Curadoria durante o ano de 2025, indica:
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- Flores de Fogo, de Hawon Jung (livro) - Lançamento recente da Editora Cassandra, “Flores de Fogo” é uma leitura essencial para quem tem interesse em entender o movimento feminista sul-coreano.
- The Silenced (2015, dir. Lee Hae-young) - Com elementos de suspense e ficção científica, “The Silenced” é uma obra cinematográfica muito interessante para entender fatos ocorridos na Coreia colonizada pelo Japão no século XX, como a realização de experimentos científicos.
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Obrigada por nos acompanhar!
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Nos encontramos no próximo mês.
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